quarta-feira, 17 de junho de 2009

Dia Universal da ESGIN

No passado dia 6 de Junho, a AE da ESGIN, organizou o Dia Universal da ESGIN, dedicado a todos os alunos e ex-alunos da actual ESGIN e da extinta ESTIG.

Dizer que assim que soube do evento senti um click, em como deveria estar presente, se calhar é exagero, mas com o passar do tempo, lá decidimos partir até Idanha-a-Nova, mais uma vez… Não houve telefonemas, nem emails, para saber quem iria estar presente …. Já a caminho lá decidimos falar com um ou dois para saber como era a adesão, porque a decisão estava tomada.

Chegamos a Idanha-a-Nova a tempo do almoço, pessoal conhecido: eu e o Tó. Ao comprarmos as senhas para o almoço perguntámos ao rapaz da AE: então vem muita gente ??? Sim, mais ou menos, estamos à espera de 500 pessoas. Vem mais gente dos anos mais recentes, não é?? Não, pelo contrário, vêm mais dos mais velhos. De que anos? 96, 97, …. Vá lá, nós até somos de 92, se calhar já nem vimos nos registos …

Entretanto lá apareceu o anfitrião da terra, o nosso Rui Pinheiro, um pouco a leste de tudo , mas presente.

Aproveitamos e demos um passeio pelo recinto da escola, posso apenas dizer-vos que está mais bonita (fotos não há porque não me informaram que iria ficar com a responsabilidade de fazer a reportagem do evento – e diga-se de passagem que copo e máquina na mão não é muito compatível), tem novos edifícios. Posso dizer-vos que gostei muito, as paredes, os muros, as árvores tudo tem um significado especial. Já sei estou a ser lamechas, mas para mim, e para muitos dos que vão ler este texto, a Idanha tem um significado muito especial nas nossas vidas. Pelo que aprendemos, pelo que vivemos, pelo que crescemos e talvez por ser a derradeira hipótese de ter uma vida com poucas responsabilidades …

Bom, mas continuando, durante o resto da tarde, matámos saudades da esplanada do Carlos, enquanto aguardávamos a chegada da comitiva albiscatrense: Dina, Gabi, Beatriz, Susana, Silva, Inês, Telmo e Carla.

Ao fim da tarde, foi servido um lanche na escola, ai encontrámos algumas caras conhecidas como, o Dr. Rijo, a D. Irene e a Mariasinha da secretaria, a D. Manuela (o seu Vasquinho já tem 22 anos) e a Maria, estão iguais os anos não passaram por eles, deram-nos aquele abraço de quem é da familia. Apareceu então um grupo de gente conhecida, do ano 91, que por acaso organizaram um almoço para esse dia, foi muito bom voltar a ver: o Rato, o Silva, o Manel, a Tita, o Luis Palmeiro, a Ana Maria, a Carla, a Eunice, a Amélia, a Paula de Braga, a Lurdes Tripa , o João Paulo do Fundão, o Zé Bernardino, a Cláudia, o João Belo, a Anabela (peço desculpa se me esqueci de alguém). Independente de tudo, foram presença muito forte nas vidas de quem é de 92, foi bom revê-los, acompanhados alguns das respectivas famílias. Chegou então o momento da passar às homenagens, foram homenageados os antigos directores da escola, os antigos presidentes da AE, no qual se inclui o nosso amigo Gabi, que não é de 92, mas gostava de ser … o João Belo, entre outros. Foram também homenageados alguns daqueles, que segundo alguém, mais contribuíram para a praxe nestes últimos 15 anos, como o Zé Bernardino, o Pinheiro, eu (continuo sem saber se me queriam mesmo chamar a mim, pois enganaram-se no meu nome 3 vezes e não chamaram a Dina, como a informaram que o fariam), entre muitos outros que nós não conhecemos. É claro, que nestas coisas, há sempre muitos nomes que ficam por referir, mas temos que desculpar a malta, pois são jovens e não pensam muito … além de não sabermos a que base de dados recorreram para obter a dita informação).

Seguiu-se, aquilo que seria suposto ser, um debate sobre a praxe, um pouco desorganizado, pois pelo menos um dos intervenientes soube que faria parte do painel, minutos antes de entrar em cena. Deste momento ficamos com a excelente prestação que o César Pinheiro e a Inês Silva deram, foram de certo os mais intervenientes.

Deu para perceber que ao longo dos anos, já passaram pela Idanha muitas pessoas que encararam o viver académico como muitos de nós o fizeram, e como alguém disse: “chegar à Idanha foi uma desilusão, uma vila esquecida no meio das pedras, não era aquilo que eu esperava do ensino superior. Mas hoje posso afirmar que vivi ali os três melhores anos da minha vida”...

De lamentar a ausência da classe docente, não sei se foram ou não convidados, mas era muito gratificante encontrar algumas das caras que serviram de base à nossa formação, não nos ensinaram tudo, alguns mesmo muito pouco, mas pelo menos ficámos com o ensinamento que temos muito a aprender todos os dias, para daqui a muitos anos sermos excelentes profissionais.

Por fim, tivemos um fantástico jantar (muito afrodisíaco, pois o picante era mais do que a carne) e com bebida à descrição, em troca de copo vazio. Estivemos no centro, com os amigos Zé Ferrer e São, onde não perdoámos (Ilda, Susana, Silvia, Fernanda e Carla) um joguito de poker, ou não fosse o evento para recordar o passado …

A noite foi bem bebida e acabou com algumas camisolas amarelas, não insistam que não vou mencionar nomes.

Este dia valeu, por aquilo que nos fez sentir, e por aquilo que recordámos, asseguro que falámos de muita gente que já não vemos há muito tempo e de quem temos muitas saudades.

Uma nota final, ao marido da Silvia que é um porreiraço. Deixo como sugestão ao organizador do jantar do NE’92, convidá-los como “colas”.

As fotos do evento são poucas pelo motivo que já mencionei.

Beijinhos a todos

Ilda Marques

3 comentários:

  1. É engraçado ver que após tantos anos, algumas coisas ainda continuam na mesma!

    Gostava de ter estado, mas infelizmente não deu! Para a próxima!

    Que saudade das praxes.. e não só!

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  2. Ilda, a reportagem está fantástica, nota-se que os olhos ficaram rasos de água enquanto escrevias algumas passagens. A ideia de alargar o convite a outros colas parece-me bem. Mas gostei mesmo foi da foto em que temos o Pinheiro e o Zé Bernardino na tribuna, tão amiguinhos...
    Rui Afonso

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  3. Epá eu adorava ter ido so para ter visto o Pinheiro no palco, pela primeira vez com cara de frete de tirem-me daqui, de fod*-** onde é que me meteram ehehhe, enfim se na foto que fala o Afonso ja se ve isso....ao vivo e a cores era motivo para beber mais meia duzia de minis a conta desse belo momento fraternal uhuhuhuhu....aguenta amigo...levar nas nalgas deve ser bem pior eheeh
    cumps

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